Após três semanas de jejum, hoje volto a atividade escrevendo sobre um tema que a cada dia se faz mais presente no cotidiano das pessoas – principalmente em países desenvolvidos.

Estamos falando das Redes de Sensores Sem Fio. Atualmente há uma enorme gama de aplicações que fazem uso dessa tecnologia.

Há inúmeros benefícios obtidos através das miniaturizações dos sensores. Entretanto, ainda há inúmeros desfios a serem vencidos para tornar essa tecnologia cada vez mais aplicável.

Com relação às aplicações das redes de sensores podemos monitorar o meio ambiente (temperatura, pressão, etc). Podemos enviar (instalar) esses sensores em ambientes nos quais a presença humana é impraticável, como ambientes tóxicos e subterrâneos (com risco de desabamento, por exemplo).

Em ambientes domésticos podemos utilizar esses sensores para detectar presença ou detectar possíveis vazamentos de gases, por exemplo.

Podemos perceber que a aplicabilidade dos sensores são quase ilimitadas, e que podemos utilizá-los tanto em ambientes agressivos quanto em ambientes domésticos.

No entanto, nem tudo são flores. Os sensores ainda necessitam vencer alguns desafios, como alimentação energética para o funcionamento e custo. Esses são os dois maiores desafios enfrentados por essa tecnologia.

Uma rede de sensores geralmente é uma rede wireless ad-hoc – na qual não necessita de um concentrador do tráfego, como um Access Point.

Os sensores são nós da rede e formam uma topologia (organização dos nós) que pode mudar a qualquer momento – dependendo da aplicação em questão.

A figura mostra uma topolgia de uma Rede de Sensores Sem Fio.

A figura mostra uma topolgia de uma Rede de Sensores Sem Fio.

Assim como em uma rede cabeada, nas redes de sensores sem fio temos um gateway que dará acesso à parte de gerência e coleta de informações geradas pelos sensores.

Os sensores serão utilizados também na computação ubíqua e pervarsiva, temas já falados anteriormente neste Blog.

Por fim, haverá interação entre redes e tecnologias diferentes – o que possibilitará uma maior integração entre essas tecnologias (redes de sensores sem fio, computação ubíqua e pervarsiva, redes de próxima geração, redes convergentes, redes autônomicas, etc) permitindo uma evolução das atuais aplicações e o desenvolvimento de novas aplicações.

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