Esse é um tema que está em alta mídia especializada. Devido aos crescentes investimentos por parte dos governos e das empresas de Telecom em infra-estrutura de redes, a largura de banda tende cada vez mais a aumentar e o custo diminuir.

Assim, porque comprar um computador caro se eu posso ter um computador mais barato, com acesso a Internet e que pode rodar até um sistema operacional em um servidor remoto.

Podemos comprar a computação em nuvens com a era dos Mainframes e dos terminais burros.

A grande diferença é que na era dos Mainframes tinhamos os equipamentos ligados em uma rede local (LAN). Já no cloud computing temos os computadores interligados através da grande rede (Internet). Assim, um usuário de um país como a Índia, pode utilizar um servidor no Japão e rodar aplicativos como se eles estivessem instalados em sua própria máquina – desde que haja largura de banda suficiente.

Alguns dos grandes aliados da computação em nuvens são o MPLS (Multi-protocol Label Switching), o load balance (balanceamento de carga), e o provimento de QoS através de inuméras tecnicas – dentre elas a diferenciação de classes de serviços.

O grande desafio do cloud computing é a existência de largura suficiente para proporcionar todos os benefícios gerados por essa tecnologia.

No futuro, quando houver largura de banda disponível suficiente a um custo relativamente acessível às diversas camadas da população, o cloud computing poderá ser uma ótima alternativa para quem não deseja comprar uma supermáquina.

Em breve falarei mais sobre cloud computing e as divisões existentes nesse amplo universo.

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